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Gilberto Gil no RodaViva

Logo mais, 22 hs, Gilberto Gil no Programa Roda Viva da TV Cultura.

Há que se diferenciar personalidades de celebridades. Pelo menos, eu diferencio assim: celebridades são aqueles sujeitos/”sujeitas” esporádicos (as) de fama meteórica, de quem na semana seguinte, ninguém se lembra mais. Um Big Brother da vida, é celebridade. Agora, personalidades são pessoas de peso, na cultura, nas artes, esportes e até na Política.

Gilberto Gil é brilhante personalidade brasileira.

Agora, se quiser ver exemplo chocante da diferença entre Personalidade e Celebridade e, de quebra, ver considerações minhas sobr Galvão Bueno clique aqui https://www.trombonedomayr.com.br/2007/10/15/jogo-do-domingo-reminiscencias-kaka-e-big-brothers-da-vida/ –

Se o Link não entrar, copie e cole na linha de endereço

Kaká e Robinho – Exatamente como eu Queria!!!

Bem,  minha torcida deu certo em relação à volta de Robinho e Kaká, parece que quase exatamente como eu queria.  Robinho e Kaká jogaram bem, o Corinthians venceu o Santos por 1 x 0.  Quanto ao São Paulo, que ganhou do Vitória por 3 a 1,  outro jogador, por quem tenho simpatia, Alexandre Pato, jogou muito, segundo  leio portal da Internet.

Ouvi na CBN ou Band News, provavelmente CBN, entrevista com Kaká após o Jogo.

O cara é mesmo um príncipe, como já escrevi.  O texto é meio longo e o episódio com o Kaká está na 2. Metade, ou até na terceira parte.   Quem gosta do Kaká, vai gostar.  Aliás, deve ser difícil alguém que não queira um sujeito como o Kaká para sobrinho, genro, irmão, filho, amigo.   Mais Kaká, clique aqui.

Kaká Garoto Mau??? Parece Missão Impossível.

Só pra registrar. Kaká voltou pro São Paulo, deu entrevista coletiva.  A clareza para se expressar, a simpatia nada mudou.  Apenas uma barbinha por fazer para lhe conferir certo ar de garoto mau.  Garoto mau, mas que deu parte da entrevista com os dois filhos pequenos no colo.   Nem se esforçando, o belo, em todos os sentidos, Kaká  consegue  ser a fera!!!  Digo, fera de personalidade perversa, já no campo…

Seja bem vindo, filho, cunhado, genro, irmão, amigo, que todos gostariam de ter.

Se quiser ler passagem que tive com ele, clique

Vão Fazer Falta!!! Mesmo Assim, “Vai” Felipão…

Experiência sob todos os aspectos, Talento  e até mesmo o Charme de Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Alexandre Pato podem fazer falta.

Mas quem sou eu para questionar o simpático,  agregador e Campeão do Mundo  Felipão???

Vai Família Scolari II e  Traz Mais Duas Taças Pro Brasil!!!

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Quiser ler sobre o charme e refinamento  do  Kaká , clique – escrevi há vários anos.  De quebra,  há elogios para Galvão Bueno, dos quais você pode discordar, e história clássica de Armando Marques; o episódio do Kaká é o último.  Aliás, esse link está abaixo, indicado automaticamente através de ferramentas do  blog.  De qualquer forma, você já sabe o que vai ler no Link Jogo de Domingo….

Kaká, essa sua Briguinha com Kfouri é tão bobinha…

Não conheço suficientemente Kaká nem Juca Kfouri.  Tenho excelente impressão de ambos.  Aliás, já publiquei texto elogiando a elegância e descrição do jogador  na única vez em que estive no mesmo ambiente que ele. http://bocanotrombone.ig.com.br/2007/10/15/jogo-do-domingo-reminiscencias-kaka-e-big-brothers-da-vida/

Quanto a Juca Kfouri, já cruzei algumas vezes com ele, quando estou no carro ouço seus comentários e programas na CBN. Outro dia, de Higienópolis a Santo Amaro, trânsito congestionado, fui ouvindo uma entrevista ou um longo depoimento dele.  Posso dizer que o congestionamento valeu a pena.  Cheguei a me emocionar com a história da dona Nadir, ouvinte fiel de Juca, doente, presa a uma cama, que chegava a esquecer da hora de tomar o remédio para não perder nada.  Já conhecia de ouvir falar o caso de dona Nadir.

Pois bem,  Kaká, hj de manhã, em entrevista coletiva, confundiu tudo ao responder uma pergunta do também jornalista André Kfouri, filho do Juca. 

Disse o jogador:
“Eu queria aproveitar a sua pergunta sobre minha recuperação para falar sobre a coluna publicada por seu pai ontem (segunda-feira), dizendo que o meu problema era mais sério do que o divulgado”.
“Há algum tempo os canhões do Juca Kfouri são disparados contra mim e o que me deixa triste é que essas críticas não são pelo futebol, mas porque ele tem problemas comigo por causa da minha religião. O problema dele em relação a mim é minha fé em Jesus Cristo. Da mesma forma que respeito ele como ateu, queria que ele me respeitasse pela minha fé em Jesus Cristo”

Ora, Kaká, exemplo de bom moço, sujeito inteligente, isso que você falou não tem a menor lógica. Profissional competente, Juca não mencionaria  fatos sem base a respeito de sua condição física por conta de sua crença religiosa.  Legal você respeitá-lo como ateu – nas sua palavras -.  Não sou procurador do Juca;  obviamente não sou capaz de ler o pensamento dele,  mas tenho certeza de que ele respeita sua fé, seja ela qual for.  Eu, entretanto, sem você me pedir, sugiro que continue firme com sua crença, mas fique atento aos intermediários, se me entende!!  Vai por mim!!!  Aliás, acho que milhões gostariam de lhe dar o mesmo conselho.  Tá certo que se conselho fosse bom…

Como brasileiro, jornalista, fã de todos os nossos jogadores (exceto um – não da seleção atual), fico triste com essa briguinha de Kaká com Juca.

Daniel Alves, Bendita Exceção Brasileira!!!

Talento todo jogador brasileiro tem de sobra (fazer generalizações a favor  é uma delícia).  Manter a  concentração durante o jogo em si são outros 500 (500 mil euros no caso dos nossos meninos de ouro). Tá vendo, generalizações negativas são antipáticas, mas, infelizmente, quase sempre verdadeiras a esse respeito.

 Daniel Alves, aos 42 minutos do 2. tempo, apenas  seis minutos após entrar em campo, ao bater aquela falta, felizmente, contrariou essa teoria.   Digo felizmente muito menos pelo gol salvador que marcou do que por um detalhe. A compenetração que demonstrou  durante todo aquele lapso de tempo entre a “permissão” do líder, também exemplo de seriedade e empenho, Kaká , para bater a falta até colocar a bola no ângulo foi impressionante.  Ele pegou a bola com a mão, olhou firme para ela.  Sério, sempre muito sério,  colocou no gramado e partiu para o chute fulminante.

A falta dessa atitude de compenetração em jogadores brasileiros em momentos decisivos sempre me chamou  atenção.  Eles caminham displicentemente para chutar um pênalti.  Pênalti é algo tão raro, tão importante que Nélson Rodrigues dizia que o Presidente do clube é quem devia cobrar.  Os geniais jogadores da Copa de 82 tiveram essa seriedade ao cobrar aqueles pênaltis??? 

Sempre observei isso, naquele tempo o Lula não tinha soltado o verbo nas suas metáforas e eu já usava uma metáfora tão ao gosto do presidente.  Eu dizia: 

– É curioso, o tenista Bjorn Borg ( ganhou, entre outros, cinco ou seis vezes o Torneio de Wimbledon) dá aproximadamente 150/200 saques por jogo.  A cada saque, sua concentração é total.  O jogador brasileiro cobra um ou dois pênaltis por mês,  um pênalti na vida e outro na morte em Copas do Mundo.  Pois é, apesar de tudo, ele vai para a bola com a mesma  tranqüilidade que se vai para cama na hora de dormir.

Que a atitude de Daniel Alves sirva de exemplo não só para jogadores de futebol patrícios como para muitos profissionais – de todos os níveis – que muitas vezes em momentos decisivos tem a displicência dos irresponsáveis na hora do pênalti.

Jogo do Domingo- Reminiscências, Kaká e Big Brothers da Vida

Pega bem dizer que o Galvão Bueno é chato e que fala muita besteira. Quando se junta um grupo para assistir a qualquer coisa narrada por ele, a preocupação passa a ser zombar de praticamente todo comentário que ele faça.

Discordo frontalmente desse consenso babaca. Primeiro lugar, considero o Galvão super competente. Argumento mais que óbvio: se não fosse competente, não estaria onde está. Sempre que começam as gracinhas sobre qualquer deslize que ele comenta, eu digo.

– Bota qualquer um de nós para ficar falando durante mais de duas horas ao microfone e você vai ver quanta besteira vai sair.

No jogo do domingo, conversando com Paulo Roberto Falcão, muito simpático, ele informou que o centroavante colombiano Falcão Garcia fora batizado com esse nome em homenagem ao nosso craque. Paulo Roberto Falcão, agora comentarista da Globo, que estava ao seu lado, reiterou que, de fato, ele havia jogado com o pai do colombiano, daí a homenagem.

Galvão passa a bola para o comentarista de arbitragem, ex-juiz, Arnaldo César Coelho, e pergunta se havia algum colega que batizou o filho com seu nome. César Coelho, sorrindo, diz que árbitros não costumam receber esse tipo de homenagem.

Homenagem a juiz de futebol me fez lembrar passagem pitoresca. Armando Marques, tido como um dos melhores árbitros do Brasil, também dos mais polêmicos, era amado e odiado por jogadores e torcedores.

Cometeu erros históricos, e até primários, como todo mundo. Numa decisão por pênaltis, no Final do Campeonato Paulista de Futebol de 1973, entre Santos e Portuguesa, o Santos vencia por 2×0. Ele deu por encerrada as cobranças e o título para o Santos. Acontece que restavam dois pênaltis ainda a serem batidos e a Portuguesa, teoricamente, poderia empatar. Por conta desse erro, o título foi dividido entre os dois clubes.

Mas ele era considerado o melhor árbitro enquanto esteve em atividade. Era enérgico com todo mundo e impunha muito respeito e disciplina. Outra característica sua eram os gestos excessivamente delicados, se me entendem.

Amigo do aristocrata e grande costureiro Denner, que morava nas imediações do estádio do Pacaembu, Armando, sempre após apitar jogo ali, ia à casa dele para uma cerveja.

Em um desses jogos, provavelmente após algum erro acompanhado dos famigerados trejeitos, as arquibancadas gritam sem parar:

– BICHA, BICHA, BICHA!!!!

O mordomo do amigo vira-se para o patrão e diz:

– Seu Dener, acho melhor eu já colocar a cervejinha do seu Armando no gelo!!!

Kaká 1

Ainda sobre o jogo do domingo, Galvão, usou jargão do mundo da Política para uma situação do Esporte. Disse ele que o Kaká já havia mandado   recado para o Dunga que não gosta de jogar de costas para o Gol. Mandar  recado é coisa que só serve mesmo para política, esse confuso mundo que mortais comuns, por mais inteligentes que sejam, não conseguem decifrar. Tenho certeza de que todo o problema que o Kaká tenha com o Dunga e vice-versa, um vai lá e fala pro outro e fala durante o treino mesmo, na frente de todo o time, sem segredinhos para ninguém, sem necessidades de interlocutores. Pois bem, foi eu sair da sala, atrás de um papel para anotar essa observação que me renderia essa nota e, ao voltar, o competente Galvão estava fazendo sutil correção. Embora eu tenha pegado só o fim desse novo comentário, o locutor disse que o kaká falou mesmo para o Dunga como prefere jogar e como obtém melhores resultados. É isso aí, Galvão. Mandar recadinhos é coisa de meninas e de políticos. O resto da sociedade fala mesmo o que quer falar e ouve o que o outro tem a dizer. Sem “elocubrações”, sem masturbações mentais de quem não tem o que fazer.

Sempre com Muita classe

Há cerca de dois anos, em um bar aonde ia com alguma freqüência, um sujeito falava alto, cantava e incomodava todo mundo. Pedi para o maitre mandar o segurança dizer que ele estava incomodando todo mundo. O maitre falou que não podia porque o tal elemento tinha ganho, poucos dias antes, o Big Brother Brasil. Ora, por mais que eu não goste de um ou outro artista famoso, sou obrigado a agüentar eventuais saliências, exibicionismos, mas de Big Brother???? Tenha Paciência!!!

Amigo meu, proprietário do imóvel que abriga sofisticadíssimo restaurante em Cerqueira César, convidou-me,junto com um pequeno grupo, para jantar lá, poucos dias antes da cena “big brotherista”.

Já estávamos no salão principal, quando entram dois casais muito jovens. Eles também se acomodam e permanecem na mais absoluta discrição durante todo o tempo.

Admirado, pergunto para meus amigos:

– O que é que esses bebês estão fazendo em um restaurante caro desses???

O anfitrião me informa.

– Aquele mais alto ali é o Kaká.

Já um Big Brother da vida…