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Dominique Strauss-Kahn – Como Morre o Homem…

Dominique Strauss-Kahn,  há uma semana, era um dos principais nomes da economia mundial.  Sábado passado foi retirado pela polícia  de Nova York da primeira classe   de um avião que ia para Paris, direto para   presídio no Harlem.  Foi indiciado formalmente por agressão sexual, sequestro e tentativa de estrupro de uma camareira do Hotel Sofitel.   Corre o risco de  ser condenado a 20 anos de prisão.

Diretor Gerente do Fundo Monetário Internacional e cogitado para concorrer à presidência da França, Dominique teria subitamente aparecido nú em seu quarto, obrigando a camareira  a fazer sexo oral.  Após a cena, fechou a conta no Hotel e partiu para o Aeroporto, onde foi apanhado e preso.

Frase do meu amigo Aramando de Oliveira Neto,  colaborador freqüente aqui do Boca, retrata bem o fato:

“O peixe morre pela boca e o homem, pelo pinto.”

De Diretor do FMI, eventual Presidente da França à possibilidade de 20 anos de Prisão, bota morte nisso…

“Galã” Ed Motta Diz que o Povo Brasileiro é Feio.

A seção  Folha Corrida (Folha de S. Paulo) de hoje  informa que Ed Motta lamentou  os comentários que havia postado em seu Facebook. A saber: “Mulher feia tem que ser megacompetente e que a cantora Paula Toller é linda, burra e sem talento.”  Ele disse ainda que brasileiro é um “povo feio”.

Será que ele, Ed Motta, considera-se bonito???

Dá para entender  que pessoas públicas, tendo que opinar sobre um monte de coisas, falem  muita besteira.  No caso do cantor, entretanto, ele escreveu porque quis.  Tenho uma frase que pode ajudá-lo daqui pra frente. Lá vai:

“Tem gente que precisa contar até três antes de dizer qualquer coisa.  TRÊS MILHÕES!!!”

No caso dele que escreveu, acho que antes de postar o comentário, ele devia ter contado, isto sim, até TRINTA MILHÕES!!!

Mulheres, Ah, as Mulheres…!!!

A antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mirian Goldenberg,  em seu artigo na Pag 2 do Caderno Equilíbrio de hoje, suplmento da Folha de S. Paulo, com muita clareza,  mostra a simplicidade dos homens e a complexidade (não seria complicação???, eu indago)  das mulheres.

Ela perguntou para moradores (as) do Rio de Janeiro quais eram os principais problemas que eles/elas  viveram em  seus relacionamentos.  A queixa geral foi: ciúmes e infidelidade.  Homens reclamaram ainda da falta de compreensão.

Mulheres responderam – Tome muito fôlego, caro Leitor:

falta de sinceridade, de diálogo, de amor, de carinho, de romance, de respeito, de admiração, de tesão, de desejo, de paciência, de atenção, de companheirismo, de maturidade, de tempo, de dinheiro, de interesse, de reciprocidade, de sensibilidade, de intensidade, de responsabilidade, de generosidade, de compatibilidade, de segurança, de confiança, de pontualidade, de cumplicidade, de igualdade, de individualidade, de liberdade, de organização, de amizade, de alegria, de paixão, de comunicação, de conversa, de intimidade etc. Algumas ainda afirmaram que falta tudo. Enquanto os homens foram extremamente objetivos e econômicos em suas respostas, algumas mulheres chegaram a anexar e grampear folhas ao questionário para acrescentar mais faltas.

“Um engenheiro de 54 anos disse”: “É impossível dar a uma mulher tudo o que ela quer e de que precisa. Seria perfeito se cada uma tivesse pelo menos três homens. Um para sexo gostoso, romance, paixão. Outro para carinho, proteção, atenção. E o terceiro para conversar, ver filmes inteligentes, ter discussões filosóficas. Acho que seria bom também ter um quarto homem cheio de grana, para pagar todas as contas, as viagens para o exterior, os restaurantes sofisticados, os presentes caros. E um último que saiba fazer elas darem boas risadas. O problema é que elas querem tudo isso e muito mais em um homem só. Que homem pode dar conta de tudo o que uma mulher quer?”

Muitos perguntam: “O que quer uma mulher?”

Uma piadinha de domínio público  responde a pergunta acima: a mulher quer três animais  em casa:  um leão na cama, um Jaguar na garagem e um burro para pagar as contas.

Por essas e por outras, tenho algumas frases sobre comportamento feminino.  Uma delas:  “Não sou tão pretensioso a ponto de querer entender as mulheres”

Voltando para o artigo ”

 Elas (as mulheres) repetem exaustivamente: “Falta homem no mercado”.

Goldenberg  deixa no ar uma pergunta  e não dá a resposta:

“Mas em que mercado é possível encontrar o homem que satisfaça uma mulher?”.

Outra frase minha:

“Muitas mulheres   dizem não ser  muito exigentes.  Querem  um sujeito com a boca do Mick Jagger, o charme do Mastroiani e o dinheiro do Paul Getty. Elas precisam ser avisadas que tais tipos  têm um grave defeito.  São muito indecisos.  Indecisos entre a Caroline e a Stephanie, a Kim Bassinger, a Gisele Bündchen  a Natassia Kinsky…..”

Sem falsa modéstia, suponho ter respondido com precisão, apesar do deboche,  a pergunta com  a qual Goldenberg conclui seu artigo.

O uso limitado do formidável material das Caixas Pretas

Parece que as duas Caixas Pretas do do Airbus A330 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico há quase dois anos, foram encontradas. 

Clarice Berto, proprietária do delicioso e tradicional Bar do Museu, no Centro da Cidade, me disse uma frase a respeito do assunto.  A frase, cuja autoria ela desconhece,  tem  uma lógica curiosa  e bastante humor.  Alguém, ou até muitos,  pode achar que  a gravidade do assunto não permite graças.  Talvez.  

Para quem não pensa assim, lá vai a frase: 

Se as “caixas-pretas” resistem aos maiores desastres aéreos, por que não se fazer os aviões do mesmo material que elas???

Engenheiros, o desafio está aí.  Mãos às calculadoras e pranchetas e, após, mãos à obra!!!

Microconto*

Prudente, jamais cutucou onça com vara curta  nem viado com vara longa.

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*Esse meu microconto também  ficou entre os vinte primeiros colocados em concurso de microcontos de até 140 dígitos promovido pelo Twitter –  Tem  71  dígitos (praticamente metade do máximo permitido)  Havia mais de dois mil  microcontos inscritos.  Feito a partir de uma frase minha:  não se cutuca onça com vara curta, nem viado com vara longa

Virei Mike Tyson Batendo a Cabeça no Teto

Meu amigo Mário Cury, também autor de boas frases,  estava se queixando.  Como digo sempre,  provérbios e ditos populares são ótimos e cheios de sabedoria.  Ridículo é apenas ficar repetindo-os lenta e pausadamente, com voz impostada. Repiquei que só restava buscar  consolo  no senso comum:

– É nos momentos de crise que se cresce.

– Está certo, mas eu já tô com a cabeça batendo no teto!!! Ele respondeu.

Friedrich Nietzsche tem uma frase belíssima, de altíssimo astral, cheia de sabedoria. Empenho-me para transformá-la em verdadeiro    lema/mantra para me ajudar nos momentos difíceis:

“O que não me mata imediatamente me fortalece” (Friedrich Nietzsche).

Debochado e ingrato com o filósofo, parodiando o Mário, penso:

Solta o Mike Tyson e o Rick Gracie (o rei do Vale Tudo) que eu encaro brincando!!!

Dia da Consciência Negra – Frase e Piada

Há alguns anos, nessa mesma data, venho publicando aqui frase sobre o dia da Consciência Negra.  Para não perder a oportunidade, publico novamente.  Digo sempre que sou contra qualquer desperdício.  Agora me dou conta de que sou contra, inclusive, o desperdício de frases e piadas oportunas.

Essa frase foi criada por grupo de discussão na Internet, do qual fazia parte uma negra.

Acho legal a idéia de se ter um dia em homenagem aos negros. Sou a favor da emancipação das minorias e talvez o começo seja esse mesmo – um simples dia no calendário dedicado a esses grupos oprimidos. Mas a frase é bem legal:

“Inventaram UM dia da Consciência Negra só para deixar a negrada inconsciente o resto do ano”

Ocorreu-me também piada de domínio público a respeito do assunto.  Lá vai.

Um negro  consegue driblar toda a burocracia; finalmente, é recebido por Pelé.   Com paciência, ele escuta todos os preconceitos e discriminações de que o outro estava sendo vítima. Paternalmente,  Pelé tenta conformá-lo:

– Eu entendo bem o seu problema, meu filho.  Eu também já fui preto.

Sem querer lavar as mãos,  tanto a piada  quanto à frase não são minhas.  De qualquer forma, gostando ou não da frase, da piada,  do meu post, enfim,  mais uma vez, Boca no Trombone abre  canal para quem quiser se manifestar sobre o tema.

O importante é aproveitar bem mais esse feriado, sejam  sua consciência e sua pele da cor que forem !!!

“Afinal, o que querem as mulheres?” Será que, pelo menos, elas sabem???

Lei de Murphy:  noites e noites sem bons agitos noturnos.  Quinta-feira é dia de Zap – Zona Autônoma da Palavra (leia texto aqui no Boca http://bocanotrombone.ig.com.br/2009/04/08/zona-autonoma-da-palavra-programa-diferente-para-amanha/) e  estréia nova série na Globo – Afinal, O que Querem as Mulheres? 

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1371188-7822-NAO+PERCA+A+ESTREIA+DE+AFINAL+O+QUE+QUEREM+AS+MULHERES,00.html

Isso sem contar que também tem  A Grande Família e outro novo Programa – Clandestinos (excelente o primeiro,  exibido  semana passada).

Como não vou poder assistir a nada disso, já que minha opção é o Zap,  sobre Mulheres e o Que elas Querem, lá vão frases e observações:

Não sou tão pretensioso a ponto de querer entender as mulheres (frase minha).

Frase do amigo  Orley Antonaglia

Mulher é tão complicado que devia vir com  legenda.

Parece que há um livro, que outro amigo, Mário, ficou de me arrumar que fala exatamente isso: as mulheres querem que os homens adivinhem o que elas querem.

Continuando, sobre elas, as mulheres.  Eu tinha um tio que hoje estaria com quase 100 anos.  Naqueles tempos, um sujeito se separava e ficava sossegado.  Pois bem, acho que ele se casou umas  ou quatro vezes; casou mesmo, até em uma igreja católica diferente. Ao todo, só de amantes, com quem viveu sem se casar, acho que foram umas oito – por baixo!!! 

Pois bem, no fim da vida, disse:  não aguento mais as mulheres, acho que vou tentar os rapazes.  Não colocou o radicalismo na prática, mas que falou, falou!!!

Pelo jeito, material (leia  idiossincrasias femininas) para a série é o que não vai faltar.

Iluminação é Tudo, Embora Muitos Não Tenham Percebido

A nova e bela iluminação do Viaduto do Chá e Praça Ramos de Azevedo, no Centro de S. Paulo, recebeu  destaque na Folha de São Paulo de ontem.  As modernas lâmpadas de vapor metálico, em  contraste com os postes  de 90 anos,  propiciam uma reprodução mais fiel das cores da área.

Iluminação é absolutamente fundamental e faz toda a diferença.

Infinitos anos atrás, entrevistando Paulo Cotrin, conceituadíssimo e saudoso crítico de gastronomia, além  de dono do legendário João Sebastião Bar, perguntei quais eram os quesitos que ele mais enfatizava ao analisar um restaurante.  Foi taxativo:

– Tão importante quanto a comida é a iluminação.

Concordo plenamente com ele.

Não acredito na falta de bom gosto e de bom senso  de donos de mansões de milhares de metros quadrados que usam nas fachadas aquelas malditas lâmpadas do apagão.  O nego paga alguns milhares de reais todos os meses de Iptu, mas usa a famigerada  lâmpada para economizar tostões na conta da Eletropaulo.  Pior do que isso, só mesmo usar essas lâmpadas dentro de casa.  Conclusão, essas lâmpadas não servem para nada.   Corrigindo, servem para dar de presente para inimigos.

Aliás, há restaurantes simples, porém bons,  que continuam usando essas lâmpadas, apesar de o período do apagão ter ficado para trás há quase dez anos.   Isso sem contar que a grande maioria dos restaurantes tem televisão. 

Recuso-me entrar em restaurante/bar  que tenha uma dessas duas pragas.

Muito triste, aliás, pensar que a falta de riqueza espiritual da imensa maioria chegou a esse ponto. Frase minha que define bem a coisa:

– O sujeito sai para jantar fora, mas a televisão não pode “sair pra fora” do jantar dele.