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Helicóptero…

A propósito do acidente de helicóptero, ontem, em que morreu o cantor Rick, em Santa Catarina. Sempre disse que se me convidassem para ir a uma deslumbrante ilha, iria sem pensar duas vezes. Agora, não usaria constantemente helicópteros; de fato, são pouco seguros.

Muito anos atrás, para citar só um caso, sem qualquer ferido, graças a Deus, Helicóptero de uma rádio de São Paulo teve um problema sobre a Marginal. Segundo admitiu o piloto, o correto seria pousar no Rio; acontece que um dos ocupantes era paralítico. Se ele pousasse no Rio, esse passageiro morreria. Assim, ele decidiu descer na pista de rolamento, causando um dos maiores congestionamentos de que se tem notícia.

Para deixar a tristeza de lado, ouça a deslumbrante música HELICÓPTERO do meu conhecido Max Gonzaga. https://www.youtube.com/watch?v=tEQlANwYxTU&list=RDtEQlANwYxTU&start_radio=1

A coisa tá Feia Mesmo.

Não abandonei, nem pretendo abrir mão do Trombone. É que tenho feito outras coisas, inclusive escrito muitos microcontos, que um dia passo para cá.
Isso posto, lá vai.

Vi no Facebook. Dentro da minha teoria e prática de não desperdiçar coisa alguma, inclusive fatos e fotos engraçadas, posto aqui.

Pior se fosse ponte com “Depreção”, já que também seria o caso de MOBRAL.

A imagem pode conter: texto e atividades ao ar livre
Podia ser pior.

Música para Deus Cuidar do Pé do Menino (Neymar).

Nos telejornais,  a notícia de que Neymar se emociona na festa de seu 27º aniversário ontem em Paris, ao falar do problema físico e pediu metatarso (osso do pé) novo.

Bom momento para se conhecer a deslumbrante música  Boleiros, do meu amigo Vlado Lima,   que pede para Deus olhar o Pé do Menino.

Clique, ouça Boleiros, na voz de Lis Rodrigues, acompanhada por outras feras do Clube Caiubi de Compositores,  emocione-se e peçamos  todos  para Deus cuidar do pé do nosso Menino.

Cadê Queiroz?, Hilariante Marchinha.


Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente,  pode ser denunciado, ainda que não deponha,  no inquérito que investiga movimentações atípicas em uma das suas contas.
Se essa história  não acabar em pizza antes do Carnaval,   a marchinha do meu conhecido Sonekka Lazzarini, prestigiado e queridíssimo cantor compositor do Clube Caiubi, tem tudo para estourar.
Já postei no meu Facebook.  Clique, ouça e diga se estou certo ou se estou errado.

Nada se Perde! Nem mesmo baratas!

No mesmo espírito de ter ojeriza a desperdício, inclusive de coisas engraçadas, lá vai mais uma ilustração que vi há pouco.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

Aproveito e deixo piada.

Português desapareceu por anos.  Nesse tempo, ficou ensinando uma barata que trazia sempre no bolso.  Ele estalava os dedos perto do bolso e a barata pulava pro chão.  Ele estalava novamente e ela voltava para o bolso.

Reapareceu, e convocou todos os amigos para mostrar-lhes a novidade.  Quando ele estalou os dedos e ela saltou, um amigo gritou:

–  Uma barata.

E mais do que rápido, com um pisão, estraçalhou a barata amestrada.

Músicas Lindas e Oportunas

Lembram-se da belíssima música We Are the World, gravada por  grandes nomes da música internacional?

Pois bem,  brilhantes  artistas brasileiros gravaram vídeo  para o instante que vivemos.  Nome da Música – A Nossa Voz

No seu lugar, eu assistiria a ambos os vídeos.  Você vai ver que a nossa não fica devendo nada para We Are The World.  Lógico, não se trata de competição, mas como por aqui, às vezes, há o Complexo de Vira-Lata (lógico que não entre leitores do Trombone), já vou adiantando.

We Are The World

A Nossa Voz

Lu Archila – Ouça e se Encante

Não, de maneira alguma estou preguiçoso.

Ao contrário, tenho escrito muito, muito mesmo, mas postei  quase nada aqui.  Vou continuar esse processo de ir colocando no Trombone devagar o que estou escrevendo ultimamente.

Mas, peço mais um pouco mais de paciência, porque hoje tem música excelente  da Lu Archila, que eu conheço desde que ela era uma menininha, como também conheço os pais dela, Henrique e Mônica.

A música se chama Singular e, de fato, é bastante singular em seu ritmo contagiante.

Ouça e “disconcorde” se for capaz.

João Gilberto, João Gilberto…

Capa da  Veja que está nas bancas traz o cantor João Gilberto. Embora tenha a revista em casa, ainda não li.  Pelo título e legenda, a reportagem é sobre problemas enfrentados pelo artista: “O DRAMA DE UM GÊNIO BRASILEIRO”.

Gosto muito do estilo de ele cantar, sobretudo por ser suave, sem o mais mínimo arroubo de grandes interpretações.  Mas sempre o considerei meio chato.  Aliás, quando começaram esses programas de TV em que o público votava,  uma das questões era:  João Gilberto, é um gênio ou um chato?  O público vou maciçamente em chato.

Lá vão dois episódios.

Mil anos atrás, namorada que trabalhava na Grande Imprensa ganhou dois convites para show dele.  Ela me convidou, eu fui.

Pois bem, lá pelas tantas, entre uma e outra canção, João Gilberto diz:

-Ar condicionado, ar condicionado.

Foi incapaz de falar mais uma única palavra que fosse:  ou que estava forte, ou fraco, ou barulhento.

Reinaldo, conhecido meu desde os tempos de infância, já que éramos vizinhos,  é sócio de uma Casa de Espetáculos aqui em São Paulo e estavam abrindo uma filial.  O convidado para inaugurar a nova casa era exatamente o João Gilberto.

Perguntei ao meu conhecido se ele e os sócios  não tinham medo que o artista aprontasse alguma e pusesse tudo a perder.

Meu amigo:

-Ele não é louco de fazer isso.  Se ele fizer a menor gracinha, nossos advogados acabam com ele.

Pois bem, o João Gilberto fez das suas e não fez o show.

No dia seguinte, liguei para a casa do meu conhecido.  Atendeu a empregada.  Pedi que ela desligasse o telefone e ligasse a secretária para eu deixar recado.  Ela disse que não havia secretária eletrônica.  Percebi que era uma mulher  com condições de transmitir o que eu lhe pedisse e falei:

–  Por favor, fala para o Reinaldo que o Paulo Mayr ligou e disse apenas o seguinte:  Eu bem que avisei.

Meu conhecido chega em casa, com alguns amigos e amigas,   a eficiente empregada diz:

– O Paulo Mayr ligou e disse apenas o seguinte: eu bem que avisei.

O Reinaldo mesmo me contou que os amigos dele morreram de rir.